Leia hoje no e-Thesis
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* Brasil: maior expectativa de contratação da A.Latina * Retaliação aos EUA aumenta poder de barganha em acordos
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* Brasil: maior expectativa de contratação da A.Latina * Retaliação aos EUA aumenta poder de barganha em acordos
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* Índice do cyberbullying é grave no Brasil
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Nas sociedades ocidentais o custo da saúde se torna proibitivo e a criação do electronic health record (EHR) ou compartilhamento de arquivo médico, aparece como necessidade. A consultoria Ovum estima que a gestão lógica de EHR suponha o emprego associado de serviços de TI do tipo SaaS e ferramentas de reconhecimento de voz. Nos EUA, a reforma anunciada do sistema de saúde está em marcha e vai precisar de pesados investimentos. Os serviços de mensagens sob todas as suas formas (IM, MM e UC) são bastante apreciados no mundo da saúde.
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Iniciamos a 1º de Março passado mais um evento conjunto entre o e-Thesis e o WirelessBR, parceria iniciada em 2006. Este ano, em virtude do desenvolvimento do mercado e das novas tecnologias; e da importância que elas adquirem no cenário corporativo e no ambiente pessoal, passamos mudamos o nome de “e-serie WiMAX” para “4G etc.”.
A mudança foi necessária para acompanhar as transformações que as tecnologias de 4G já começam a trazer nas telecomunicações e na tecnologia de informação. Telecom e TI caminham cada vez mais próximas. E neste ecossistema se inserem indústrias tão variadas quanto às de entretenimento e automobilística. Isto para não falar da crescente importância dos provedores de conteúdo e desenvolvedores de aplicações web e, claro, dos provedores de internet.
Padrões tecnológicos como WiMAX e LTE e a série de protocolos que dão vida ao conteúdo através do mundo IP – vídeo sob demanda, 3DTV, FTTH etc. (a lista é extensa) - não devem mais ser apresentados e debatidos de forma estanque. A Internet das Coisas de delineia e em breve todo e qualquer aparelho eletrônico estará conectado, interligando pessoas e máquinas. A responsabilidade de quem cria e define os padrões e normas de tecnologia e segurança neste ambiente e enorme. Porque o usuário somente e apenas deseja que sua experiência seja cada vez mais rica e os preços dos serviços mais massificados (ou seja, baratos).
A contribuição que o grupo WirelessBR traz a este ambiente e enorme. Diariamente, incansavelmente, o moderador dos vários grupos e do portal que ficam sob este guarda-chuva, o engenheiro Helio Rosa, divulga as centenas de ideias dos tomadores de decisão deste ambiente heterogêneo. Muitas vezes - cansados de assistir a procrastinações e desmandos de alguns segmentos que controlam parte das deliberações dos vários setores envolvidos na formulação das políticas e normas que deverão nortear os próximos passos da sociedade brasileira neste planeta conectado -, os combativos membros do WirelessBR chegam as vias de fato virtuais. Mas, se nem sempre atingem um consenso, ao menos produzem massa critica de valor. De muito valor. Que depois e replicada pelos blogs ou aproveitada como material pelo creme da mídia especializada.
Nestes quatro anos de parceria, eu só tenho uma queixa. Ainda não existe ambiente regulatório definido para a tecnologia do WiMAX no Brasil. Ano a ano, a expectativa de todos e admirável. Todos torcemos para que seja possível instalar redes de WiMAX de grande porte no pais. Mas nada nos chega alem de iniciativas tímidas, frágeis, com pouca consistência. E lamento que percamos tantas oportunidades reais de levar banda larga de qualidade a uma vasta gama da população brasileira.
Mas continuamos aqui, na tentativa de levar a quem decide – nas pranchetas e nas salas de diretoria – o conhecimento de outras experiências já bem sucedidas. E quem sabe, antes que as águas de marco fechem o verão, tenhamos algo concreto para divulgar. Em 2,5GHz, por favor.
CeBIT 2010
Saiba as tendências de tecnologia em destaque na feira de Hanover:
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Caso isto ocorresse no Brasil, diriam que o governo teria se aproveitado do feriado de Carnaval para passar outra lei indigesta. Mas, aconteceu na França. E nem todos os franceses passaram o Carnaval na Marquês de Sapucaí…. Na quarta-feira de cinzas, dia 17 passado, a Assembléia Nacional da França aprovou a Loppsi 2, o projeto de lei que regulamenta o uso da internet no país. Entre as prerrogativas propostas, a de que o governo pode instalar trojans nos computadores para monitorar pessoas. Mas o projeto ainda precisa ser aprovado em mais duas instâncias para passar a valer.
Com 46 artigos, fora as emendas, a Loppsi 2 é caracterizada pelo governo francês como uma verdadeira cruzada contra o cybercrime, os arruaceiros e a distribuição de prêmios com finalidades publicitárias nas estradas do país. O projeto de lei de orientação e programação para desempenho da segurança interna, no entanto, não foi bem recebido por todas as instâncias da sociedade francesa. O jornal Libération, por exemplo, disse que ele contém “uma série de medidas disparatadas, das quais um bom número foi retirado das páginas policiais”. Junto à lei Hadopi (adotada em maio de 2009, censurada pelo Conselho Constitucional em 10 de junho seguinte e novamente adotada em 15 de setembro passado, ela controla a difusão das obras e a proteção dos direitos de internet, punindo os internautas que façam downloads ilegais) e a lei Dadvsi (de 2006, sobre os direitos e autor), a Loppsi 2 ( sua primeira versão é de 2002), compõe o pacote do presidente Nicolas Sarkozy sobre segurança de internet. Caso ela seja aprovada nas duas próximas instâncias, exigirá investimentos de 1 bilhão de euros em cinco anos (2010-2015).
O jornal L’Express lembrou que, a menos de um mês das eleições regionais francesas, o controverso projeto de lei é um conjunto de medidas “que servirão de roteiro para a polícia até 2013″. E está longe de ter o apoio da maioria. Na Assembléia, ele teve 312 votos a favor e 214 contra, além da forte mobilização de blogs e sites que protestaram contra a ineficácia e os ataques às liberdades individuais que o texto pode provocar.
A Loppsi 2 se destina a reforçar a luta contra todos os tipos de riscos e crimes cibernéticos: o terrorismo, a insegurança dos internautas com os cibercriminosos etc. e comporta disposições que vão desde a identificação das digitais de uma pessoa à introdução do toque de recolher para menores de 13 anos; e, ainda, planeja autorização de scanners corporais nos aeroportos. Outras alterações incluem sanções para os autores de furtos e roubos voltados para os idosos. Através do Loppsi 2, o governo francês quer instalar um sistema de filtragem da internet em nome da luta contra a pedofilia. O projeto prevê que, sob decisão judicial, os fornecedores de acesso á internet podem ser obrigados a bloquear o acesso a um site considerado ilícito. Estas ferramentas de filtragem deverão monitorar e analisar o tráfego para bloquear o acesso a determinados conteúdos ou aplicativos que suscitem questionamentos legais. Os prefeitos poderão autorizar a instalação de câmeras em caso de “manifestações ou ajuntamentos de grandes proporções que apresentem riscos à ordem pública”, como reuniões esportivas, por exemplo. O projeto de lei prevê também maior flexibilidade na visualização de imagens, através de câmeras instaladas em locais públicos. O objetivo é triplicar o número de câmeras instaladas nas vias públicas até 2011, para um total de 60 mil câmeras.
O projeto de lei também cuida de proteger os agentes da lei, que poderão adotar identidade falsa e fazer uso de uma falsa atribuição na execução das suas missões. Também institui um procedimento que permite seu testemunho com o uso de uma identidade que não a sua, verdadeira, em processos judiciais. Serão punidos por infração aqueles que divulgarem a identidade dos agentes de inteligência, suas fontes e seus colaboradores.
Não são apenas os franceses que estão chocados com os artigos e as emendas do Loppsi 2. No mundo todo, e nós também daqui da ‘terra do samba’, torcemos para que ocorra com este projeto de lei o contrário da influência da Revolução Francesa no mundo. Iniciada em 1789, após uma fase de Terror, a Revolução Francesa teve o mérito de proclamar os princípios universais, em vigor até hoje. Com muita luta foi possível abolir a servidão e os direitos feudais de vida e morte que os nobres tinham sobre o povo na França. Esta modificou toda Europa, já sobre influência da Constituição Americana, e chegou, com algum atraso, à Colônia portuguesa do Brasil, através dos Inconfidentes e do Tiradentes das Minas Gerais. É claro que toda a matança da Revolução Francesa poderia ter sido evitada se, simplesmente, a nobreza e o clero reconhecessem que aquele estado de coisas que levava a França ladeira abaixo era simplesmente devido à incompetência e à ganância de quem detinha o poder há séculos.
Não faltaram avisos de que não seria a violência e a inanição que iam manter o povo calado. Mas, quem estava no poder estava cego, surdo e mudo. E deu no que deu: guilhotina… Assim, resta aos internautas de todo o mundo empunharem suas enxadas e machadinhas virtuais e gritar contra a Loppsi 2: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, sem Terror.
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Leia a cobertura virtual do e-Thesis antes, durante e depois do Mobile World Congress 2010, realizado entre 15 e 18 de fevereiro, em Barcelona (Espanha) e entenda de que maneira a indústria móvel precisa se adaptar às novas demandas por mais banda, quais são os mercados em ascensão (América Latina é um deles) e como as redes tradicionais se preparam para a adoção de de femtocells, micocells e picocells, dongles dual mode e tri mode, quais as armas dos novos players, o que pensam alguns dos principais analistas do setor… E Mais. Confira os links abaixo e forme sua opinião.
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Diante das novas implementações de WiMAX na América Latina - como a do Peru - e dos esforços de atualização do ambiente regulatório- como no México - e a expectativa de atualização do uso de espectro para a tecnologia no Brasil, Kelvin Lee, gerente geral sênior da Green Packet, acredita que em 2010 “deveremos ouvir muito sobre novas implementações de WiMAX na região”. Mas, enquanto os governos procrastinam no refarming de espectro e na atualização das regras de prestação de serviços de WiMAX no Brasil e no México, a grande expectativa em termos de novos mercados para o WiMAX é mesmo o leilão de 3G/BWA a ser realizado este mês, na Índia.
Lee foi um dos participantes do webnar “WiMAX: Opportunities and Key Factors for Success in 2010 & Beyond”, sob os auspícios da Green Packet e que também contou com a participação de Daryl Schoolar, analista principal da Current Analysis no segmento de Acesso Móvel. Tanto o empresário quanto o analista concordaram que a tecnologia ingressa em 2010 numa nova etapa. Isto vale, inclusive, no tocante aos célebres dois anos de dianteira do WiMAX em relação à LTE. Agora esta vantagem não se refere mais ao tempo das implementações do WiMAX sobre a LTE, mas à experiência em instalações, desenvolvimento do ecossistema e disponibilidade de espectro.
Tocou-se, durante o webnar, em outro ponto controverso - o relativo a modelos que sirvam como exemplo para novas instalações. Schoolar salientou que, hoje, os modelos de instalações não são iguais. Os modelos das principais redes de WiMAX - Clearwire, PacketOne, UQ, Yota e KT - são exceções e, não, a regra em termos de tipos de implementações. Isto é uma questão a ser avaliada pelo ecossistema de WiMAX e que ficou em aberto: o WiMAX precisa de uma tipologia de modelos de implementações?
A certificação não ficou de fora. Embora a certificação para uma das autoridades do setor - o WiMAX Fórum - inclua tanto a versão 802.16d quanto a 802.16e, no que toca à certificação de dispositivos ela ainda gira torno de dispositivos de dados (CPE, modems, laptops). Mas, mesmo diante do desconforto, quando, ao final de 2008, o fórum não atingiu seu objetivo de 100 produtos certificados, a previsão de mil produtos certificados até o final de 2011 ainda parece factível.
Espectro e múltiplas freqüências
O espectro permeia de maneira indelével o futuro próximo do WiMAX. Ainda há, por exemplo, algumas dúvidas quanto à certificação na banda em torno dos 2,5GHz. No caso do 2,3 GHz, por exemplo, o status de algumas implementações é incerto ou não se enquadra no que se convencionou chamar de rede comercial, que é o caso das redes de governo. Além disso, a primeira certificação para o 2,3 GHz foi a do WiBro e espera-se uma nova para a faixa em 2010.
Já o suporte às freqüências 2.3, 2.5 e 3,5 GHz num único chip é condutor importante do mercado de WiMAX. Mas se trata de uma tendência de médio prazo, devido à necessidade de oferta de soluções. O Intel Kimer Peak foi apresentado ao público este mês,em Las Vegas, durante o CES 2010, o que não diminui a ansiedade quanto as novas possibilidades que este tipo de chip pode trazer. A capacidade de suportar múltiplas freqüências num só chip ajudará a aumentar volumes e reduzir os preços, já que um único SKU poderá suportar várias tipos de implementações. Isto também é importante para o futuro roaming de WiMAX.
O WiMAX 2
Schoolar apontou que outra questão de peso nos condutores do sucesso do WiMAX de agora em diante é o 802.16m ou WiMAX Release 2. “A nova versão do WiMAX móvel rá oferecer aos atuais operadores em 16e um caminho de migração para aumentar a capacidade de sua rede”, lembra ele. Com a especificação completa a ser publicada em meados de 2010, os dispositivos e a infra-estrutura devem estar disponíveis em 2011 ou
O ecossistema mundial também aguarda com ansiedade o leilão 3G/BWA da Índia, já que, segundo previsões do WiMAX Fórum, a tecnologia irá responder por 20% de todos os usuários de banda larga móvel do país em 2012. Mas, o leilão deve ocorrer em fevereiro e só em setembro as novas redes devem estar prontas. Enquanto isso, a operadora estatal BNSL já lançou alguns serviços em alguns círculos (áreas) do país. Para que as previsões do WiMAX Forum se confirmem, é necessário também que o preço dos serviços e dispositivos caiam.
De qualquer forma, Schoolar acredita que o WiMAX construiu um mercado sustentável e seu crescimento virá tanto dos operadores fixos existentes quanto de novos entrantes. Além da necessidade premente de dispositivos que façam com que as pessoas confiem mais nos serviços WiMAX, estes serviços precisam diferenciar-se das ofertas atuais e não apenas competir em preço. “O ecossistema de WiMAX se mantém uma das tendências fortes em telecom”, afirmou o analista.
Para atrair mais usuários, é preciso diversificar o leque de aplicações e, aí, a voz é apenas a aplicação mais óbvia. Operadoras e vendors precisam criar programas que incentivem o desenvolvimento de aplicações em WiMAX. Além disso o mercado demanda opções de billing flexíveis e que se explore oportunidades além das carriers, como no segmento de utilities.
Certificação aberta para o varejo
A questão do varejo, das revendas, adquire imporância nesta nova etapa que vive o ecossistema de WiMAX. Kelvin Lee acrescenta que uma certificação em padrões abertos para o varejo tende a trazer mais vantagens do que o uso da certificação tradicional. Segundo ele, este tipo específico de certificação pode contribuir positivamente na proliferação de dispositivos de WiMAX, trazer economia de escala (menor custo dos equipamentos de rede e dispositivos), melhorar a interoperabilidade e, ainda, padronizar as questões de compliance. Além disso, o consumidor terá à disposição uma gama maior de opções de dispositivos e aplicações.
“O aumento na adoção do WiMAX deve ser conduzido pela disponibilidade de mais produtos de WiMAX certificados, um Programa de Certificação Aberta para o Varejo e o Programa de Roaming Global de WiMAX”, aponta o executivo. Segundo ele, a economia de custo obtida com estas iniciativas pode ser aplicada em novas certificações de dispositivos, maior velocidade na criação de um roaming real global de WiMAX, no aumento e economia de escala e num time-to-market mais rápido.
As chaves do sucesso para o mercado de WiMAX em médio prazo, assim, se baseiam na proliferação de dispositivos mais variados (nos segmentos de handhelds, computadores e eletrônica de consumo), tecnologias inovadoras no seio do desenvolvimento industrial (MIMO, Switched Tx Diversity e Beamforming) e serviços inovadores e atraentes para incrementar sua adoção pelos assinantes.
Segundo o portal ZDNET do Reino Unido, altos executivos da Alcatel-Lucent declararam que a tecnologia WiMAX perdeu a batalha com a LTE. As informações são de que o COO da Al-Lu assegura que operadores como a Verizon Wireless nos Estados Unidos apontam que a LTE é o caminho tomado pela indústria e destaca que a companhia franco-americana já não “colocará muito esforço” no desenvolvimento do WiMAX.
Curiosamente, esta semana estudo do Infonetics Research assegurava que sua pesquisa realizada junto a 21 operadores de nível internacional situou Alvarion, Alcatel-Lucent e Motorola como os provedores mais bem posicionados para suas futuras compras de infra-estrutura de WiMAX, seguidos de perto por Cisco e Huawei.
Leia no original aqui